

Na estampa dessa história recente, duas assinaturas se destacam pela sensibilidade e pelo prumo. Houve o tempo em que a cidade precisou de colo, de um olhar que enxergasse o invisível e acolhesse a saúde e a dignidade das famílias. Foi ali, sob a sensibilidade materna e firme de Célia Rocha, que Arapiraca humanizou suas esquinas, plantando postos de atendimento onde antes só havia esquecimento, organizou a produção e o comércio, mostrando que o maior patrimônio de um município é a sua gente.
realizar sonhos, precisou aprender a projetar o agora para o amanhã. Veio então o traço visionário de Luciano Barbosa, transformando poeira em asfalto, transformando o sonho da educação em escolas de tempo integral que hoje servem de farol para todo o país. Com escolas que parecem palácios de saber e praças que devolvem a cidade ao cidadão, sua administração deu à Capital do Agreste a moldura de metrópole que ela sempre mereceu ter.